teatro da vida
( valtair bertoli ) disponível
ja se fecharam as cortinas
acabou a nossa historia
chegamos ao fim do ato
nada mais me importa agora
o palco que dividimos
teve o cenário quebrado
termina mais esse drama
por nós dois interpretado
não quero mais falar o texto
quando era questionado
onde estive ou onde andei
ou quem estava a meu lado
aonde esta toda plateia
comentando nossa atuação
nesse fim não vai ter bandido
princesa ou se quer um vilão
esqueça as cenas difíceis
quando num quarto atuava
perfeita na interpretação
em sorrisos você me enganava
todos os tipos de enredos
por nós foram interpretados
de vez se encerra as cortinas
de um show mal atuado
RECADO AOS AMIGOS Aviso a todos amigos que visitam meu blogue , aqui se encontram letras poemas , letras prontas outras gravadas , mas na maioria são letras que ainda estão na faze bruta , que tem de ser lapidada , aos interessados é so entrar em contado comigo pelo e-mail caminhoneirosp@hotmail,com , e falar qual a letra que interessa e qual o ritimo que vai querer ela , que posso ajeitar ok ! abçs a todos !!
RADIO BARREIRITTO CAIPIRA
Radiobarreirittocaipira
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
ONDAS DA VIDA
( VALTAIR BERTOLI ) 16/02/2015
se eu tivesse outra chance
pra ser feliz só mais uma vez
não deixaria você ir
como no passado um dia fez
queria ter a opotunidade
pra poder te mostrar
que em toda minha vida
foi só a ti que aprendi amar
sei que as nossas vidas
não são as ondas no mar
que vem sempre muito forte
e lentamente se vê voltar
clamo o amor que um dia
eu não soube segurar
e deixei ela partir
sumir pra não mais voltar
ai meu Deus como eu queria
meu passado consertar
dessa vez eu não deixaria
você partir me abandonar
sei que as nossas vidas
não são as ondas no mar
que vem sempre muito forte
e lentamente se vê voltar
clamo o amor que um dia
eu não soube segurar
e deixei ela partir
sumir pra não mais voltar
ai meu Deus como eu queria
meu passado consertar
dessa vez eu não deixaria
você partir me abandonar
domingo, 14 de fevereiro de 2016
PESCARIA
( VALTAIR BERTOLI ) 14/02/2016
pescaria é coisa seria tudo muito bem planejado
mas no meio dos amigos sempre tem um embriagado
fazendo a gritaria remando pro lado errado
querendo virar o bote desafiando a morte
achando tudo engraçado
vou contar essa passagem que a muito aconteceu
numa tarde no rio turvo foi que esse fato se deu
amigos que lá pescavam e peixe ninguém pegava
mas o garrafão de pinga parecia água na moringa
em nenhum canto parava
um dos amigos alcoolizado começou brincar de fisgar
puxando a sua vara e arremessando sem olhar
fisgou o seu companheiro que estava do seu lado
o anzol cravou na boca deixou a turma toda loca
ficaram muito assustado
deixaram da pescaria no hospital foram parar
foi uma cena bizarra nem dava pra acreditar
chegaram com o companheiro sem ter a vara tirado
e juntos todos sorriam só então perceberam que podiam
a linha da vara ter cortado
( VALTAIR BERTOLI ) 14/02/2016
pescaria é coisa seria tudo muito bem planejado
mas no meio dos amigos sempre tem um embriagado
fazendo a gritaria remando pro lado errado
querendo virar o bote desafiando a morte
achando tudo engraçado
vou contar essa passagem que a muito aconteceu
numa tarde no rio turvo foi que esse fato se deu
amigos que lá pescavam e peixe ninguém pegava
mas o garrafão de pinga parecia água na moringa
em nenhum canto parava
um dos amigos alcoolizado começou brincar de fisgar
puxando a sua vara e arremessando sem olhar
fisgou o seu companheiro que estava do seu lado
o anzol cravou na boca deixou a turma toda loca
ficaram muito assustado
deixaram da pescaria no hospital foram parar
foi uma cena bizarra nem dava pra acreditar
chegaram com o companheiro sem ter a vara tirado
e juntos todos sorriam só então perceberam que podiam
a linha da vara ter cortado
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
RENASCIMENTO
( Valtair Bertoli ) 04/02/2016
Andei pela vida por longos caminhos
pisando em espinhos levando uma cruz
ate parecia que estava condenado
a ser castigado sem nenhuma uma luz
a vida pra mim não tinha encanto
somente meu pranto era verdadeiro
andava triste e desesperado
estava abandonado sem ter paradeiro
sentia meus passos que estavam pesado
pelos anos passado já não eram ligeiro
até que um dia toda dor teve fim
surgiu para mim o amor verdadeiro
as portas do céu vi todas se abrirem
e nelas surgirem os raios do amor
levou embora toda desilusão
limpou meu coração com o seu calor
vi minha estrada ficar bem florida
cheia de vida acabou o meu lamento
com o poder da fé e da oração
nasceu emoção onde era tormento
hoje estou feliz e sou abençoado
e do meu passado tive o renascimento
depois que eu conheci a Jesus
que me deu sua luz acabou o sofrimento
( Valtair Bertoli ) 04/02/2016
Andei pela vida por longos caminhos
pisando em espinhos levando uma cruz
ate parecia que estava condenado
a ser castigado sem nenhuma uma luz
a vida pra mim não tinha encanto
somente meu pranto era verdadeiro
andava triste e desesperado
estava abandonado sem ter paradeiro
sentia meus passos que estavam pesado
pelos anos passado já não eram ligeiro
até que um dia toda dor teve fim
surgiu para mim o amor verdadeiro
as portas do céu vi todas se abrirem
e nelas surgirem os raios do amor
levou embora toda desilusão
limpou meu coração com o seu calor
vi minha estrada ficar bem florida
cheia de vida acabou o meu lamento
com o poder da fé e da oração
nasceu emoção onde era tormento
hoje estou feliz e sou abençoado
e do meu passado tive o renascimento
depois que eu conheci a Jesus
que me deu sua luz acabou o sofrimento
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
A CULPA É SUA
( VALTAIR BERTOLI )
a culpa sua se eu vou pro buteco
ali eu peco ate altas madrugadas
saio pra rua curtindo as meninas
que estão na esquina doidinha pra ser amada
ficam feliz e me deixam emocionado
embreagado deixo tudo acontecer
volto pra casa só no clarear do dia
minha agonia é saber que vou te ver
a culpa sua se eu vou pro buteco
ali eu peco ate altas madrugadas
saio pra rua curtindo as meninas
que estão na esquina doidinha pra ser amada
você lamenta e diz que estou errado
que sou safado que vou me arrepender
mas la no fundo você sente alegria
porque é fria sabe que não vai me ter
a culpa sua se eu vou pro buteco
ali eu peco ate altas madrugadas
saio pra rua curtindo as meninas
que estão na esquina doidinha pra ser amada
( VALTAIR BERTOLI )
a culpa sua se eu vou pro buteco
ali eu peco ate altas madrugadas
saio pra rua curtindo as meninas
que estão na esquina doidinha pra ser amada
ficam feliz e me deixam emocionado
embreagado deixo tudo acontecer
volto pra casa só no clarear do dia
minha agonia é saber que vou te ver
a culpa sua se eu vou pro buteco
ali eu peco ate altas madrugadas
saio pra rua curtindo as meninas
que estão na esquina doidinha pra ser amada
você lamenta e diz que estou errado
que sou safado que vou me arrepender
mas la no fundo você sente alegria
porque é fria sabe que não vai me ter
a culpa sua se eu vou pro buteco
ali eu peco ate altas madrugadas
saio pra rua curtindo as meninas
que estão na esquina doidinha pra ser amada
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
saudade bandida
( valtair bertoli / paraense) 05/12/2014
areio meu baio e vou cavalgar
sem destino certo pelo meu sertão
sem calçar esporas e a passos lento
carrego a saudade na imaginação
passando por pastos ouvindo riachos
cantando a mais bela de todas canção
sentindo o cheiro do jenipapo ,
que estão maduros caídos no chão
barulho do vento lá no calipal
aumenta ainda mais a recordação
as pombas do ar fazendo arruaça
perto do espantalho pela plantação
o carro de boi cantando bem longe
deixando seus rastros marcados no chão
vejo boiadeiros levando a boiada
tocando o berrante alto no estradão
porteiras batendo anuncia a chegada
da saudade bandida em meu coração
casinha de barro com fogão a lenha
e mamãe varrendo nosso terreirão
machado batendo é meu pai lenhando
e vejo madeiras partidas no chão
ao longe as nuvens que vão se juntado
no céu da um estalo e vem logo o trovão
um manto divino vai cobrindo a terra
alegra a vida da vegetação
crianças brincando montando cavalo
em cabos de enxada vivendo a ilusão
volto pro o meu mundo sentindo saudades
dos tempos vivido lá no meu sertão
aonde eu passei meus tempos de infância
e hoje o que resta é recordação
( valtair bertoli / paraense) 05/12/2014
areio meu baio e vou cavalgar
sem destino certo pelo meu sertão
sem calçar esporas e a passos lento
carrego a saudade na imaginação
passando por pastos ouvindo riachos
cantando a mais bela de todas canção
sentindo o cheiro do jenipapo ,
que estão maduros caídos no chão
barulho do vento lá no calipal
aumenta ainda mais a recordação
as pombas do ar fazendo arruaça
perto do espantalho pela plantação
o carro de boi cantando bem longe
deixando seus rastros marcados no chão
vejo boiadeiros levando a boiada
tocando o berrante alto no estradão
porteiras batendo anuncia a chegada
da saudade bandida em meu coração
casinha de barro com fogão a lenha
e mamãe varrendo nosso terreirão
machado batendo é meu pai lenhando
e vejo madeiras partidas no chão
ao longe as nuvens que vão se juntado
no céu da um estalo e vem logo o trovão
um manto divino vai cobrindo a terra
alegra a vida da vegetação
crianças brincando montando cavalo
em cabos de enxada vivendo a ilusão
volto pro o meu mundo sentindo saudades
dos tempos vivido lá no meu sertão
aonde eu passei meus tempos de infância
e hoje o que resta é recordação
MATUTO GENUINO
( VALTAIR BERTOLI ) DISPONÍVEL 02/02/2016
Fui um matuto andante
viajei bastante por todo sertão
morei em velhas paioças
trabalhei na roça cultivando o chão
também já fui boiadeiro
por muitos janeiros na lida de peão
nunca tive paradeiro
ser aventureiro foi minha opção
ja tomei chuva nas costas
com boiada exposta pela invernada
tempestade ventos fortes
soprando do norte com raios e trovoadas
enfrentei grandes rios
era um desafio passar as enxurradas
sempre cumpri a missão
na entrega pro patrão ainda dava risada
eu tive muitos amores
sofri dissabores nessa vida cigana
quem escolhe a liberdade
não usa falsidade seu amor não engana
sempre falei a verdade
não fiz crueldade a saudade e insana
fica apertando meu peito
e machuca de jeito por uma fulana
hoje nesse ranchinho
vivo sozinho junto a liberdade
aqui eu tenho de tudo
não mais me mudo avançou minha idade
resta as recordação
dentro do coração das grandes amizades
os frutos tenho colhido
assim tenho vivido na minha genuinidade
( VALTAIR BERTOLI ) DISPONÍVEL 02/02/2016
Fui um matuto andante
viajei bastante por todo sertão
morei em velhas paioças
trabalhei na roça cultivando o chão
também já fui boiadeiro
por muitos janeiros na lida de peão
nunca tive paradeiro
ser aventureiro foi minha opção
ja tomei chuva nas costas
com boiada exposta pela invernada
tempestade ventos fortes
soprando do norte com raios e trovoadas
enfrentei grandes rios
era um desafio passar as enxurradas
sempre cumpri a missão
na entrega pro patrão ainda dava risada
eu tive muitos amores
sofri dissabores nessa vida cigana
quem escolhe a liberdade
não usa falsidade seu amor não engana
sempre falei a verdade
não fiz crueldade a saudade e insana
fica apertando meu peito
e machuca de jeito por uma fulana
hoje nesse ranchinho
vivo sozinho junto a liberdade
aqui eu tenho de tudo
não mais me mudo avançou minha idade
resta as recordação
dentro do coração das grandes amizades
os frutos tenho colhido
assim tenho vivido na minha genuinidade
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