ADMIRAÇÃO POR UM VELHO CAIPIRA
( VALTAIR BERTOLI ) QUERUMANA
conheci um velho caipira que ainda me inspira desde a mocidade
quando saiu do sertão foi na ocasião que chegou na cidade
na estação estava sentado e muito chateado pegou me falar
que tinha sido roubado tudo foi levado no desembarcar
me falou sobre sua vida da terra querida que antes morava
percebi sua insatisfação da grande ilusão que ele passava
vi que estava aborrecido pelo ocorrido chegava a tremer
falava só a verdade sua sinceridade dava pra se ver
chorou lembrando o passado que foi derrotado la no seu sertão
perdeu o sitio amado que tinha formado com dedicação
por três anos a fio nada conseguiu só dinheiro perdeu
tudo que ele plantava a seca matava e nada colheu
vi seu rosto ficar branco falando do banco que pegava emprestado
a cada ano que passava mais ele pegava ficou endividado
um dia viu o gerente surgir na sua frente e suas terras tomar
ficou aborrecido e então decidido resolveu se mudar
disse estar desolado mas Deus ia ao lado no seu coração
tudo que estava passando sentia aumentando sua fé de cristão
falou que tinha atitude muita saúde e disposição
devagar foi levantando e sumiu andando entre a multidão
RECADO AOS AMIGOS Aviso a todos amigos que visitam meu blogue , aqui se encontram letras poemas , letras prontas outras gravadas , mas na maioria são letras que ainda estão na faze bruta , que tem de ser lapidada , aos interessados é so entrar em contado comigo pelo e-mail caminhoneirosp@hotmail,com , e falar qual a letra que interessa e qual o ritimo que vai querer ela , que posso ajeitar ok ! abçs a todos !!
RADIO BARREIRITTO CAIPIRA
Radiobarreirittocaipira
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terça-feira, 12 de janeiro de 2016
VIOLEIRO NATO
( VALTAIR BERTOLI Gabriel Lorenço de Lima ) 12/01/2016 pagode
passei por baixo da escada / sorrindo dando risada
vi no poste da esquina /junto da encruzilhada
minha foto na macumba / na farofa enfiada
calçado com a minha botina / e com a proteção divina / não temo nada
fui criado la na roça / bem no meio do sertão
cobra que tinha na estrada / retirei com minhas mãos
chupei favo com abelha / sem temer o seu ferrão
pintada se assustava / quando eu esfregava / meus pés no chão
para as festa de rodeio / eu sou sempre convidado
montei no touro bandido / quando era afamado
desfilei no agressivo /só em pelo eu fui montado
sou um peão conhecido / e tenho sido / bem respeitado
a minha viola caipira / toco com agilidade
desfaço ninho de rato / com muita facilidade
pra toca moda caipira / não se cursa faculdade
sou um violeiro nato / moro no meio do mato / e só falo verdade
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Saudade da escola
( valtair bertoli / Beto Santos ) BREVE SAI A MUSICA
quem me dera eu poder regressar
e voltar no tempinho da escola
com os amigos outra vez festejar
ir brincar no campinho com bola
caminhar sem medo pelos campos
Ter o encanto que ja foi embora
a saudade que habita em meu peito
deu de jeito me surrou com a espora
que bom sonhar , poder voltar
e relembrar meu tempinho de outrora
da escolinha e do seu caminho
de um rostinho que no peito ainda mora
dessa vez eu iria beijar
abraçar quem marcou minha historia
que saudade da bela menina
que fascina a minha memoria
não tinha coragem de falar
me entregar seria uma gloria
foi se embora e mudou pra cidade
a crueldade sobre mim fez vitoria
que bom sonhar , poder voltar
e relembrar meu tempinho de outrora
da escolinha e do seu caminho
de um rostinho que no peito ainda mora
ainda chego sentir a emoção
da ilusão que havia nesses dias
que o tempo passou e marcou
me deixou somente sua magia
so o que resta agora é recordar
caminhar pela estrada vazia
quem me dera o passado voltar
carregar minha alma de alegria
que bom sonhar , poder voltar
e relembrar meu tempinho de outrora
da escolinha e do seu caminho
de um rostinho que no peito ainda mora
( valtair bertoli / Beto Santos ) BREVE SAI A MUSICA
quem me dera eu poder regressar
e voltar no tempinho da escola
com os amigos outra vez festejar
ir brincar no campinho com bola
caminhar sem medo pelos campos
Ter o encanto que ja foi embora
a saudade que habita em meu peito
deu de jeito me surrou com a espora
que bom sonhar , poder voltar
e relembrar meu tempinho de outrora
da escolinha e do seu caminho
de um rostinho que no peito ainda mora
dessa vez eu iria beijar
abraçar quem marcou minha historia
que saudade da bela menina
que fascina a minha memoria
não tinha coragem de falar
me entregar seria uma gloria
foi se embora e mudou pra cidade
a crueldade sobre mim fez vitoria
que bom sonhar , poder voltar
e relembrar meu tempinho de outrora
da escolinha e do seu caminho
de um rostinho que no peito ainda mora
ainda chego sentir a emoção
da ilusão que havia nesses dias
que o tempo passou e marcou
me deixou somente sua magia
so o que resta agora é recordar
caminhar pela estrada vazia
quem me dera o passado voltar
carregar minha alma de alegria
que bom sonhar , poder voltar
e relembrar meu tempinho de outrora
da escolinha e do seu caminho
de um rostinho que no peito ainda mora
sábado, 9 de janeiro de 2016
SEPULTANDO O PASSADO
( VALTAIR BERTOLI ) 09/01/2016
quem nunca teve na vida momentos especiais
que o passado levou e não volta nunca mais
tempos distantes vividos que a saudade vai buscar
e vive sempre presente na mente a nos machucar
recordo tempos felizes da minha bela juventude
que tudo eu enfrentava disposto e com atitude
mas teve um amor bandido que cruzou o meu caminho
deixou minha alma marcada cravejada por espinho
a tempos ficou distante nunca mais pude a ver
mas o seu doce semblante não consegui esquecer
os amores lá do passado sempre nos fazem sofrer
mesmo estado ausente a gente vê renascer
quem dera se o passado eu pudesse sepultar
afastar toda lembrança que ainda me faz chorar
votaria a ser feliz igual os tempos de menino
desse amor eu fugiria mudaria meu destino
( VALTAIR BERTOLI ) 09/01/2016
quem nunca teve na vida momentos especiais
que o passado levou e não volta nunca mais
tempos distantes vividos que a saudade vai buscar
e vive sempre presente na mente a nos machucar
recordo tempos felizes da minha bela juventude
que tudo eu enfrentava disposto e com atitude
mas teve um amor bandido que cruzou o meu caminho
deixou minha alma marcada cravejada por espinho
a tempos ficou distante nunca mais pude a ver
mas o seu doce semblante não consegui esquecer
os amores lá do passado sempre nos fazem sofrer
mesmo estado ausente a gente vê renascer
quem dera se o passado eu pudesse sepultar
afastar toda lembrança que ainda me faz chorar
votaria a ser feliz igual os tempos de menino
desse amor eu fugiria mudaria meu destino
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Homenagem aos mestres TIÃO CARREIRO E PARDINHO
( Valtair Bertoli / Valdemar Reis ) 08/01/2016
Paguei pra entrar no jogo / enfrento qualquer parada
vou fazer subir poeira / até na terra molhada
Tenho encostada no peito / a minha viola afinada
vou ouvir a choradeira / de quem não conhece nada
Faço chuva no deserto / serpente sair do ninho
deslizando assustada / com medo do passarinho
Em casa mal assombrada / cria paz e carinho
as minhas rosas plantadas / no caule não nasce espinho
O sol vem me visitar / em meio a madrugada
sereno cria corrente / afoga boi na invernada
Mineiro deixa do queijo / e vai fazer feijoada
violeiro na minha frente / perde até o rumo da estrada
Tenho respeito ao mestre / que me ensinou o caminho
canto pelo mundo afora / pagode nesse meu pinho
O tom da minha viola / não da pra cantar baixinho
prestei homenagem agora / pra Tião Carreiro e Pardinho
( Valtair Bertoli / Valdemar Reis ) 08/01/2016
Paguei pra entrar no jogo / enfrento qualquer parada
vou fazer subir poeira / até na terra molhada
Tenho encostada no peito / a minha viola afinada
vou ouvir a choradeira / de quem não conhece nada
Faço chuva no deserto / serpente sair do ninho
deslizando assustada / com medo do passarinho
Em casa mal assombrada / cria paz e carinho
as minhas rosas plantadas / no caule não nasce espinho
O sol vem me visitar / em meio a madrugada
sereno cria corrente / afoga boi na invernada
Mineiro deixa do queijo / e vai fazer feijoada
violeiro na minha frente / perde até o rumo da estrada
Tenho respeito ao mestre / que me ensinou o caminho
canto pelo mundo afora / pagode nesse meu pinho
O tom da minha viola / não da pra cantar baixinho
prestei homenagem agora / pra Tião Carreiro e Pardinho
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
REVEZ DA VIDA
( valtair bertoli / ) 05/01/2015
eu vi o revez da vida mudando tantos destino
lagrimas se transformando no rosto de um menino
no dia que encontrou na porta onde morava
seu cachorrinho perdido a quem ele tanto amava
vi lagrimas de saudade pingando por todo chão
de um caboclo chorando ao regressar no sertão
quem esteve distante e todos dias sofria
transformou toda sua magoa em motivo de alegria
vi um moço revoltado no campo de aviação
por chegar atrasado e perder o avião
logo depois vi o rapaz alegre e agradecido
o avião tinha caído e todos tinham morrido
vi família chorando dentro de um hospital
ao receber a noticia que seu ente estava mal
por ser um caso perdido pediram em fé e união
e viram ele se curar pela força da oração
vi uma flor tão bela que os pobres desprezava
e com sua beleza só a riqueza almejava
o tempo retirou dela o que lhe deu de graça
hoje esta destruída viciada na cachaça
o revez de nossas vidas anda junto com o destino
pode tudo transformar igual o jogo de um cassino
temos que seguir em frente cumprir nossa missão
estar sempre preparado e aprender suas lição
domingo, 3 de janeiro de 2016
CULPA DO DESTINO
( VALTAIR BERTOLI ) 03/01/2016 poema
já vi o revez da vida de sonhos e desilusões
de muitos homens sofrendo contando suas decepções
dizendo ser culpa do destino igual o corpo do menino
que sofre as transformações
o amor e o respeito tem que andar de braços dados
nada dentro da sua vida deve de ser desprezado
igual água de um rio que serve o sertão a fio
e no mar vai ser esbanjado
a intolerância de certas pessoas tira seus pés do chão
se acham dono da verdade não aceitam outra opinião
esse é o primeiro passo que aperta no pescoço o laço
que o enforca na sua ilusão
muitos vão sofrer e andar pelo mundo sozinho
se não aprender a pisar quando o chão tiver espinho
esses vão ficar lamentando e passar a vida culpando
que o destino cercou seu caminho
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